FAQs

Confira nosso FAQ para entender os detalhes dos nossos serviços, relacionados tanto ao mercado livre de energia quanto à geração solar.

F A Q

Adequação do SMF

Sistema de Medição para Faturamento.
É uma etapa necessária para que o consumidor do Mercado Cativo realize a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). De uma forma geral, isso acontece porque o medidor padrão utilizado no Mercado Cativo é diferente do usado no ACL. No entanto, muitas vezes é preciso fazer ajustes também nas estruturas de eletrodutos, cabeamento, painéis, entre outros equipamentos. Dessa forma, o serviço de Adequação do SMF é necessário para atender às especificidades técnicas exigidas pelas distribuidoras e garantir os padrões adequados para o processo de migração.
1 - Quando o serviço de Adequação do SMF é iniciado, uma etapa anterior entre o cliente e a distribuidora já aconteceu. Inicialmente, o cliente faz a chamada “carta denúncia”, demonstrando à distribuidora seu interesse em migrar para o ACL. Assim, nessa fase são estabelecidos e esclarecidos o que cabe a cada agente envolvido na migração. Uma vez completada essa fase, damos início à etapa operacional.

2 - A partir da "carta denúncia" o cliente (consumidor) tem 180 dias para finalizar o processo de migração ao ACL.

3- Ao elaborar o projeto do SMF da unidade consumidora para o processo de migração, precisamos seguir o padrão exigido pela distribuidora específica e realizar todas as adequações de acordo com o escopo determinado por ela. Apesar de existirem normas gerais, cada distribuidora possui também suas normas próprias.

4- Com a aprovação do projeto pela mesma, adquirimos o material necessário para a adequação em campo. Nesse processo operacional, a distribuidora realiza o acompanhamento/comissionamento e verifica se tudo está acontecendo dentro de seus padrões técnicos até que o processo termine.
Quando o cliente faz a notificação junto à distribuidora através da "carta denúncia", a área responsável pela medição de faturamento realiza uma inspeção na subestação de entrada de energia da unidade consumidora. Assim, os inspetores podem apontar questões relativas somente à Adequação do SMF, também, a necessidade de ajustes na subestação como um todo. Ao fim do processo de adequação do SMF, quando são finalizadas e aprovadas as etapas de montagem e execução da Adequação do SMF, a distribuidora cadastra esse ponto de medição na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) - responsável pela contabilização de energia no ACL. Cumprindo os demais requisitos exigidos no processo de migração, esse cliente já faz parte do Mercado Livre de energia.
Com mais de 600 adequações concluídas com sucesso em todas as regiões do Brasil, nossa equipe é preparada para atender todas as necessidades do cliente. No serviço de Adequação do Sistema de Medição, todos os passos e normas que os clientes devem realizar e comprovar, são feitos com segurança pela Arion. Contudo, na etapa de negociação da migração para Faturamento, a distribuidora pode exigir do cliente alguns ajustes na subestação de entrada de energia de sua unidade. Um exemplo seria a troca de equipamentos obsoletos. Essa é uma forma que a concessionária encontra para resolver pendências necessárias, aproveitando os ajustes para a migração. Contudo, pode haver demandas de alguns serviços como troca de extintores, alvenaria, que não se enquadram no escopo da Arion. No entanto, orientamos os clientes para que tudo se resolva de forma correta.

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F A Q

Manutenção do SMF

Para usinas geradoras de energia, o serviço de Manutenção do Sistema de Medição para Faturamento (SMF) garante que a cadeia da geração funcione de forma correta. Afinal, se uma usina comercializa a energia elétrica, é preciso que os parâmetros para medir a quantidade gerada, bem como outros fatores relacionados a ela, estejam em pleno funcionamento. Este é o papel do Sistema de Medição para Faturamento (SMF).

Assim, para que o SMF seja eficaz em sua operação, é preciso que sejam realizadas manutenções preventivas e, quando necessário, manutenções corretivas no SMF dos agentes envolvidos. Também são necessárias calibrações no SMF para verificar o correto funcionamento dos medidores.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é o principal responsável pela Manutenção. No entanto, tanto o ONS quanto a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica podem solicitar, quando julgarem necessário, inspeção no SMF do consumidor livre ou especial fora do plano anual de manutenção preventiva do agente responsável por esse sistema.
Toda a comprovação de regularidade é realizada por meio de inspeções feitas pela Se houver não-conformidades na inspeção, o ONS ou o seu preposto elabora um termo de ocorrência de não-conformidades que deve ser assinado pelo agente responsável pelo SMF e pelo consumidor livre ou especial. Esse documento deve ser encaminhado ao ONS e à CCEE, para as ações cabíveis.
O termo “calibração do medidor” é amplamente difundido neste meio, mas a ação de fato é uma “aferição” do equipamento de medição. Quando “calibramos” um instrumento, demonstramos, por meio de medições, as condições em que o equipamento se encontra. Ou seja, a calibração não faz com que o equipamento opere uma ação ou aja de acordo com o pretendido.
Por isso, este serviço integra a etapa preventiva do serviço de manutenção do sistema de medição. Na prática, consiste no processo de realização de medições (leituras), por ponto de calibração (pontos na escala dos instrumentos), confrontando padrões de valores conhecidos contra o equipamento.
Sim. Para que a comprovação da manutenção esteja regular, no momento da prestação do serviço é emitida uma certificação para que o cliente comprove que está em dia com as obrigatoriedades regulamentadas. No entanto, é importante ressaltar que existem diferentes tipos de certificação, e que precisam ser avaliadas caso a caso a depender da necessidade da usina.
Sendo um serviço bastante específico e de natureza técnica, os desafios da calibração de medidores envolvem o treinamento e formação de profissionais capacitados, para que o serviço ocorra sem erros. Por isso, na hora de contratar a empresa prestadora de serviço, é importante conferir se ela está apta para realizar a manutenção sem erros.

Com mais de 100 unidades atendidas, a Arion faz da experiência prática adquirida na concessionária, no coração do laboratório de medição de energia, uma sólida diferença entre os concorrentes. Por isso, temos orgulho de atender marcas como a Brookfield, Brennand Energia, Conecta Energia, Amger, entre outros.
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Gestão Energética

Atualmente, para ser um consumidor no Mercado Livre de Energia, é preciso ter uma demanda contratada acima de 500kW com a distribuidora local de energia, seja de maneira unitária, seja no somatório das demandas contratadas das unidades do consumidor.
Sim. Os clientes Arion podem contar com duas opções de serviços, a Gestão Energética Básica e a Gestão Energética Premium. Ambas possuem um serviço de representação completo, inteligente, cumprindo todas as determinações dos agentes reguladores. No modelo Premium, além desses benefícios, contam com os diferenciais da Telemetria, Assessoria Regulatória, Eficiência Energética e análises e propostas de geração própria de energia, garantindo os melhores resultados
O Mercado Livre de Energia é um segmento com regras específicas, que traz enormes oportunidades de economia e até ganhos. Como todo segmento ou mercado, é preciso andar junto a especialistas para não cair nas pegadinhas que sempre existem. O ambiente é cada vez mais seguro, mas a volatilidade de preços é alta, então o aconselhado é procurar uma boa consultoria para auxiliar no passo-a-passo deste novo ambiente.
A principal vantagem de se migrar para o Mercado Livre de Energia é a liberdade para negociar o preço da sua energia, e assim, conseguir economia. Outras vantagens são: não existe a incidência de bandeiras tarifárias (como a amarela e a vermelha), é um mercado bastante regulado, e funciona como um estímulo para o gestor melhorar o seu processo de previsão de consumo e de gastos.
Seu maior risco é a volatilidade, pois ela é grande, fazendo com que os preços oscilem bastante. E muitas empresas enfrentam dificuldades para projetar seu consumo, pois atuam sem estudos de orçamentação e previsão de custos.
As regras e procedimentos de comercialização trouxeram este requisito como obrigatório para a atuação do Agente neste mercado. E é de razoável entendimento: todo o processo de liquidação ocorre em dois dias corridos: no primeiro, há o débito das contas correntes dos Agentes devedores; no segundo, há o crédito na conta corrente dos Agentes credores. Agir com diversas contas, em outros agentes bancários, traria uma dificuldade operacional que inviabilizaria a rapidez do processo.
A comunhão é o processo de unir cargas consumidoras para se atingir o requisito mínimo da demanda contratada. Ela pode ser "de fato", quando as duas unidades consumidoras, que representam as cargas, encontram-se contíguas; ou pode ser "de direito", quando matriz e filiais se unem, respeitando a localização dentro do mesmo submercado. Ambas ocorrem com processos semelhantes perante à CCEE, diferindo apenas na comprovação das áreas contíguas para a "de fato". No geral, é escolhido um CNPJ para atuar como agente representante, e as demais cargas, CNPJ's, atuam dentro do "guarda-chuva" da responsabilidade do CNPJ escolhido.
A comunhão é o processo de unir cargas consumidoras para se atingir o requisito mínimo da demanda contratada. Ela pode ser "de fato", quando as duas unidades consumidoras, que representam as cargas, encontram-se contíguas; ou pode ser "de direito", quando matriz e filiais se unem, respeitando a localização dentro do mesmo submercado. Ambas ocorrem com processos semelhantes perante à CCEE, diferindo apenas na comprovação das áreas contíguas para a "de fato". No geral, é escolhido um CNPJ para atuar como agente representante, e as demais cargas, CNPJ's, atuam dentro do "guarda-chuva" da responsabilidade do CNPJ escolhido.
PLD significa "Preço de Liquidação das Diferenças" e é usado tanto como referência para negociações de energia, quanto para a contabilização dos processos do mercado de curto prazo na CCEE.
Para contratar energia no ACL, é preciso ser um Agente neste mercado. Isto significa ter feito a migração para o Mercado Livre de Energia. Após isso, o Agente consumidor pode realizar transações diretamente com outros Agentes, ou atuar em plataformas, que funcionam como balcões de negócios. O mais comum ainda é a transação direta com outro Agente, mas há um movimento crescente de utilização de balcões de negócios.
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica é uma organização no formato de pessoa jurídica de direito privado que atua para viabilizar a comercialização de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional - SIN.
A contabilização é como um balanço financeiro, que demonstra a movimentação financeira do referido mês. Segundo a CCEE, "envolve o cálculo da diferença entre a energia medida e a contratada por agente, valorada ao Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para efeito de liquidação financeira na CCEE (...) levando em conta as exposições no mercado de curto prazo, o recebimento/pagamento de Encargos de Serviço de Sistema (ESS), o Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) e a consolidação dos resultados financeiros a serem liquidados, incluindo eventuais ajustes financeiros."
O CliqCCEE tem como principais funções armazenar e processar informações comerciais negociadas bilateralmente pelos Agentes. A CCEE como organização responsável pela viabilidade da comercialização recebe as informações de negociações através desta plataforma, e, então, realiza a contabilização e liquidação financeira para todos os Agentes.
Ao consumir acima do volume contratado, há uma subcontratação. Surge, então, a necessidade de o consumidor realizar um novo contrato de energia para complementar essa necessidade de lastro, ficando, portanto, com pelo menos dois contratos vigentes para o mês em questão. Quando o consumidor consome abaixo do volume contratado, há uma sobra de contrato ou uma sobrecontratação, apelidada de "sobra de energia". Há três possibilidades: (i) ceder a sobra contratual para um comercializador; (ii) cedê-la para outro consumidor; (iii) deixar liquidá-la na própria CCEE.
No Mercado Livre de Energia, o consumidor recebe a fatura da distribuidora local de energia elétrica e, normalmente, mais uma da empresa vendedora que forneceu o lastro de energia.

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F A Q

Geração Sob Medida

O Geração sob Medida é o serviço de energia por assinatura da Arion, com a expertise do Grupo Prime Energy, maior gestora de unidades de geração distribuída do Brasil.​

Sua empresa recebe de 12% a 20% de desconto na conta de luz, sem precisar fazer nenhum investimento, nem pagar taxa de adesão ou de administração ou algo do tipo. É economia sem investimento, sem pegadinha.
Sua empresa recebe créditos na conta de luz a partir da energia solar gerada em uma usina na região da sua distribuidora de energia, na modalidade de geração compartilhada.​

Mensalmente, você recebe uma fatura mensal com o relatório de economia no mês e quanto vai ter que pagar pra gente – você paga pela energia que consumir, não pela contratação do crédito a ser injetado em sua conta! 😉
O Geração Sob Medida é feito para empresas e condomínios que estão na baixa tensão com consumo acima de 1.000kWh/mês (cerca de R$ 1.000 de conta de luz), que não possuem local para instalação, ou que não possuem interesse de investir no sistema por conta própria.
Além de receberem entre 15% a 20% de desconto na fatura de energia, ficando livre das variações mensais de bandeiras tarifárias, o cliente passará a utilizar energia limpa, sem emissão de gases ou resíduos no meio ambiente.
O projeto ocorre em duas partes. Num primeiro momento, é assinado o Termo de Compromisso, onde ocorre o estudo de necessidade energética e valor do aluguel. A partir da assinatura deste Termo, a Arion irá buscar o melhor local para a instalação e dará entrada na documentação junto à Concessionária. Após a identificação do local de instalação e com o parecer de acesso em mãos, o contrato é assinado.
No momento da assinatura, identificamos as necessidades atuais do cliente e os descontos irão corresponder a essa expectativa. Caso sua empresa passe a consumir mais, nós faremos a adequação da capacidade instalada da usina mediante aditivo contratual.
Não tem problema! Os créditos de energia estão ligados ao seu CNPJ e poderão ser utilizados mesmo após mudança de local.
A partir do envio da fatura, utilizamos o histórico de consumo para identificar o quantitativo de energia anual necessário para suprir as suas necessidades.

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F A Q

Energia Solar Empresarial e Para Condomínios

Não. Na Arion trabalhamos com a Energia Solar empresarial e para condomínios. Conheça nossas soluções.
O funcionamento do sistema se dá por meio da conversão da energia do sol em energia elétrica. Isso acontece pois as placas fotovoltaicas são compostas de células sensíveis, que são responsáveis por essa conversão. Assim, a partir do momento em que há incidência de sol, a célula fotovoltaica é capaz de transformar a energia do sol em energia elétrica, em corrente contínua; esse é um dado importante, pois a energia utilizada na nossa casa é a corrente alternada. É por isso que se faz necessária a utilização de um inversor para fazer essa conversão.

Depois que a energia gerada passa pelo inversor, ela está em corrente alternada, que já é a própria para ser utilizada. Então, conectamos um ponto de energia da sua empresa ou condomínio, que pode ser o quadro de distribuição ou qualquer outro ponto que seja capaz de receber essa energia. A partir desse momento, a energia entra para dentro do consumo da sua empresa ou condomínio.

Caso o cliente tenha um consumo menor que a geração, a energia “excedente” - ou seja, aquela que é produzida além da necessidade de consumo, vai automaticamente para a rede da concessionária e é registrada através do medidor bidirecional (que é trocado quando é feita a instalação do sistema). Em momentos em que a geração não é suficiente para suprir o consumo total, usa-se também a energia vinda da Distribuidora de Energia. Este é, basicamente, o funcionamento da geração solar.
Hoje, os prazos variam de 3 a 6 meses para o início dos créditos após a assinatura do Termo de Compromisso. Não se preocupe, o cliente pagará à Arion apenas a partir do momento em que os créditos de energia começarem a ser compensados em sua fatura.
A partir do momento em que você tem claridade, tem irradiação de sol. Assim, seu sistema consegue produzir de forma proporcional à irradiação. Então, mesmo num dia que esteja aberto sem nuvens, a curva de produção dele começa lá em baixo, às 7h da manhã, e vai atingindo o seu pico de produção ali entre 11h30 e 12h30 e depois começa a decair novamente até às 18h. Essa é uma das principais vantagens da tecnologia fotovoltaica em relação à térmica. Enquanto uma precisaria de um dia bem quente e ensolarado, a fotovoltaica consegue equilibrar sua produção em um dia aberto mas não necessariamente quente. Então a solar consegue, mesmo em dias nublados, ter a produção e gerar energia suficiente e de forma equilibrada para economizar o total de energia.
Tudo dependerá do consumo de energia do cliente, que pode ser empresarial ou condomínio. Geralmente, clientes que possuem um alto consumo conseguem chegar a projetos com preços bastante atraentes, pois à medida que aumentam o tamanho do sistema, acabam ganhando em escala no preço de cada placa. É possível fazer algumas estimativas de casos comuns, por exemplo:
A) O preço médio do sistema fotovoltaico para empresa de pequeno/médio porte (ou mesmo uma residência) com gasto mensal de R$1.000,00 é de R$ 38.000,00 a R$ 47.000,00, com kit de 32 placas.
B) Para empresas com gasto mensal de aproximadamente R$ 8.000,00, o custo do sistema instalado fica entre R$ 310.000,00 e R$ 350.00000, com kit de 235 placas.
O retorno do investimento com os preços praticados hoje e levando em conta a incidência da tarifa de energia - sobretudo a de Minas - chega a possibilitar um retorno de investimento de 3 anos. Para residências, em que a potência do sistema é menor e com isso, proporcionalmente o custo do sistema é maior, esse tempo varia de 4 a 5 anos. Então, podemos dizer que, para a baixa tensão, temos uma média de 3 a 5 anos e para a alta tensão (em que há a demanda contratada e uma tarifa mais barata), esse período varia em uma média de 5 a 6 anos. Um período muito atrativo se comparado a outros investimentos do mercado.
Essa pergunta dependerá de algumas variáveis. A primeira e mais importante é relativa ao consumo do local, seja ele um condmínio ou uma empresa. Então, em função do consumo é possível ter uma ideia do quantitativo de placas necessárias para produzir energia que supra aquele determinado consumo.

Em nosso escopo de trabalho, cada placa tem 2m², assim, a gente analisa qual o espaço necessário para essas placas. E é por isso que precisaremos analisar a orientação do espaço de instalação do sistema. O local onde as placas serão instaladas é muito relevante, pois a maior eficiência das placas é quando se tem a orientação para o norte, então a partir do momento que você altera essa posição, a eficiência do sistema naturalmente cai, por isso, caso essa orientação (para o norte) não seja possível, talvez seja necessário a inclusão de uma placa a mais, para que o quantitativo de energia se mantenha.

Por isso, temos como variáveis para essa resposta: o consumo, a orientação geográfica/ inclinação e o sombreamento. O mais importante é que no período de produção máxima haja a incidência de sol sem nenhum sombreamento. Em situações em que há esse sombreamento em períodos críticos, nós buscamos outras alternativas caso a caso, como as modalidades de geração, em que você pode instalar em local diferente do consumo.

Já em relação à inclinação, a posição ideal está em torno de 20°, e podem ser feitos ajustes com estruturas metálicas para se chegar a ela, que seria a orientada para o norte.

Aqui na Arion, nós já fizemos instalações desse tipo sem nenhum problema. Por isso, em cada caso é feita uma análise de custo benefício para avaliar se vale a pena ou não o uso dessa estrutura, e também se ela poderia causar algum risco.
Hoje, existem linhas interessantes no mercado, em diferentes bancos. A questão de taxas é relativa, pois é possível encontrar taxas variadas, que se enquadrem melhor a determinados perfis. Por isso, acreditamos que o mais interessante é ficar de olho nas ofertas, que crescem a cada dia. Hoje, já temos bancos como o Sicoob, Santander, BV Financeira e Caixa Econômica oferecendo financiamentos.
Na Arion, por exemplo, oferecemos o financiamento do seu sistema solar em até 120x, com a qualidade e segurança do atendimento de nossa equipe. Financie seu projeto com a Arion..
Não, o sistema não funciona à noite. Seu funcionamento está condicionado ao momento em que a claridade é identificada, normalmente a partir de 6h30 da manhã até umas 18h30. A partir do momento que se nota que não há claridade para produzir a energia, ou seja, a luminosidade não seja suficiente para ativar as placas, ele não vai funcionar.
No sistema fotovoltaico, as placas não fazem nenhum tipo de barulho. Contudo, o inversor é um equipamento eletrônico, que quando está ativo, trabalha. Então, o inversor de pequeno porte, aquele usado em residências e pequenas empresas, trabalha com uma quantidade razoável de energia, e por isso nenhum som chega a ser emitido.
Já em um sistema grande, com um inversor maior, acima de 20 kW de potência, pode existir um som característico de equipamentos eletrônicos. Isso acontece, pois, quando o inversor trabalha em alta capacidade pode esquentar um pouco, então a chamada “ventoinha” começa a funcionar, bem semelhante ao sistema de ventilação de computadores.
Então, o que poderia gerar algum tipo de barulho seria o desse sistema natural de um equipamento eletrônico, que ocorre só em períodos de alta produção, em dias muito abertos, quando ele estiver funcionando em máxima capacidade. Só aí esse sistema seria ativado.
Não é exigida uma manutenção específica, mas é interessante que se faça uma limpeza periódica das placas. Como explicamos, a conversão da energia do sol em energia elétrica é feita pelas células que estão ali embaixo do vidro protegidas, então, caso haja sujeira acumulada por cima desse vidro, a captação de luz para transformá-la em energia elétrica pode ser prejudicada.

Por isso, se seu sistema estiver instalado em um local sem muita chuva, ou um local com muita poeira, é indicado fazer a limpeza das placas com água corrente, um enxágue de mangueira mesmo, o que for mais simples, visando a limpeza e uma produção eficiente. Já em locais em que chove bastante, a própria chuva faz essa limpeza. Fora este caso, é um sistema que é pra deixar rodar, sendo necessário uma manutenção corretiva apenas em caso de um problema pontual.
Não é possível zerar a conta de luz pois existe o chamado “Custo de Disponibilidade”. Toda concessionária de energia cobra esse custo que é referente a: 30 kWh para sistemas monofásicos, 50 kWh para sistemas bifásicos e 100 kWh para trifásicos. Então, esse custo existe mesmo se você desligar sua casa e passar um tempo fora. Com a geração solar, você também terá esse custo mínimo.
Por exemplo, se você tiver um consumo de 400 KW e produzir 400 kW, você ainda pagará o custo de disponibilidade. No entanto, é exatamente em função disso que no projeto já dimensionamos o sistema considerando esse custo.

Por exemplo, se o sistema é trifásico, e o cliente tem um consumo de 500 kWh, a gente sabe que dos 500, 100 ele vai pagar de qualquer maneira, então a gente dimensiona o sistema para 400 kwh, evitando a instalação de um sistema “superdimensionado” e a pessoa ter que pagar aquele custo. Por isso, levamos em consideração esse valor para que a pessoa não tenha que fazer um investimento maior que a necessidade dela.

Assim, quando você produz mais do que seu consumo, essa energia automaticamente vai como excedente para a concessionária.
A concessionária não compra energia, muitas pessoas confundem este conceito. O que acontece é que você conseguirá compensar a energia que gerou a mais. Então, por exemplo, se você gerou para a Cemig 50 kWh, você teria um crédito de 50 kWh naquele mês, que pode ser usado em até 5 anos.

Portanto, você não tem a remuneração direta, mas você tem a compensação que pode ser usada nesse extenso período, o que representa uma grande vantagem. É importante pontuar que, quando fazemos o dimensionamento, a ideia é que não sobre energia, pois o ideal é que haja um equilíbrio. No entanto, essa possibilidade é vantajosa quando pensamos que, se você está construindo sua casa, ou precisa passar um período fora, ou mesmo em determinados períodos do ano em que o mês tem uma menor produção, você continua acumulando crédito, então você não estaria “perdendo” sua economia. Assim, a pessoa não gera muito a mais, mas sim o suficiente para zerar sua conta do ano.
As placas fotovoltaicas possuem garantia de performance de 25 anos, essa garantia diz que, se hoje ela produz 100% de sua capacidade, daqui a 25 anos ela vai produzir pelo menos 80%. É importante dizer que essa é uma garantia de performance, mas a gente sabe que os sistemas funcionam por muito mais tempo que esse período. Já conhecemos sistemas instalados há mais de 25, 30, 40 anos que continuam funcionando sem qualquer problema.
Já o inversor é um equipamento eletrônico, que, portanto, está mais suscetível a algum problema, então a gente considera que a vida útil dele é em torno de 10 a 15 anos. Por isso, é possível - e provável - que ao longo da vida útil do sistema, seja preciso uma troca de inversor. Isso é importante esclarecer, pois são equipamentos de funções diferentes, e o inversor tem um desgaste natural próprio de máquinas eletrônicas.
É por isso que, aqui na Arion a gente valoriza a utilização de boas marcas. Muitos clientes se atém apenas ao preço, no entanto, é importante priorizar também a confiabilidade da marca.
Sim. A resolução permite a destinação de créditos de energia para um número ilimitado de unidades consumidoras, desde que sejam respeitadas duas situações: a fatura de energia deve estar no mesmo nome (CPF ou CNPJ) e ambas dentro da mesma distribuidora de energia. Vale lembrar que ao adotar essa modalidade deve ser feito um dimensionamento considerando os dois ou mais consumos, já que a energia destinada é sempre a excedente, e portanto, é abatido o consumo do local da instalação
É possível se enquadrar dentro da modalidade de geração para condomínios, nela toda energia gerada é enviada para a rede elétrica e se define um percentual de energia a ser destinado para cada morador interessado, de acordo com o consumo e até mesmo para área comum, sem necessidade de uma adesão completa dos moradores. Conheça o Geração sob Medida da Arion - modelo de geração com zero investimento.
Com certeza. A partir do momento em que você tem o sistema de geração, e ele é feito para seu consumo, você já não depende exclusivamente da concessionária. Então, você já sabe que, durante o dia, seu sistema produzirá 100% do seu consumo, às vezes menos e às vezes até mais, por isso, faz a compensação da energia que gerou a mais.
Caso haja racionamento e a quantidade de energia da concessionária diminua, você tendo seu próprio sistema, pode continuar seu padrão de consumo da mesma maneira, diferentemente de algumas pessoas que teriam que deixar de utilizar algum equipamento.
Antes das placas solares irem para o mercado, precisam passar por uma certificação do INMETRO. Nessa avaliação, ela é testada também em relação ao impacto, resistindo a um impacto até mais forte que uma chuva de granizo. Por isso, é possível afirmar que essas placas feitas de vidro temperado são à prova da chuva de granizo.
Aqui na Arion temos vários exemplos de sistemas instalados que não sofreram nenhum dano em função dessas fortes chuvas.

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